As obras para instalação de um refeitório no espaço que servia como Cantina no Colégio Estadual Visconde de Cairu, é realizada diariamente, sem um mínimo de atenção e cuidados com a integridade física de alunos e funcionários. As medidas mínimas de segurança do trabalho para a execução da obra simplesmente não existem

Na última quinta-feira (06 de setembro), um balde com cimento despencou de uma altura de cerca de dez metros de um andaime e por pouco não atingiu alunos que estavam no recreio. A direção do Sepe-Regional III, presente no local, procurou o encarregado para exigir que ele parasse o serviço. Os trabalhos foram interrompidos, mas logo em seguida foi retomado nas mesmas precárias condições.

Nesta terça feira (11 de setembro), por volta das sete horas da manhã, um forte vento arrancou parte dos mal colocados tapumes junto ao ginásio. Além disso, funcionários também desmontavam andaimes enquanto alunos se deslocavam para o pátio, obrigando a suspensão das aulas de Educação Física por cerca de cinquenta minutos, para evitar que estudantes ficassem expostos ao risco de outros acidentes.

A obra que já dura cerca de três meses é realizada pelo Estado através de uma empreiteira. Não há nenhuma preocupação com as péssimas condições de trabalho e segurança dos operários terceirizados ou com o trânsito dos alunos, professores e funcionários.

Sérgio Cabral e seu secretario Wilson Risolia não estão preocupados com os riscos e acidentes que podem ocorrer nesta unidade escolar convivendo com uma obra sem uma devida sinalização ou proteção. Para estes senhores o que importa não é a segurança ou bem estar da comunidade escolar, mas sim o repasse indiscriminado de dinheiro público para empreiteiras como esta.

A direção da Regional III do Sepe-RJ se solidariza com os professores, funcionários e alunos do Visconde de Cairu. Conclamamos a comunidade escolar a suspender todas as aulas até que o Governo Sérgio Cabral, através da SEDUC, providencie melhores condições de segurança para a finalização das obras já iniciadas. É impossível o convívio das atividades escolares com uma obra nas condições atuais. Somos responsáveis e não permitiremos que qualquer membro da comunidade escolar ou os operários da obra fiquem expostos a acidentes por irresponsabilidade de Cabral ou qualquer outro governante.

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  1. Jose Ernesto disse:

    com certeza sou técnico de segurança no trabalho e sai do colégio ano passado, as condições em que os trabalhadores exercem suas funções são totalmente inapropriadas. com o agravante de a obra estar ocorrendo com a escola em funcionamento.

  2. pretty beneficial material, overall I consider this is worthy of a bookmark, thanks

  3. VERA PODIACKI disse:

    Lamentável, ver meu ex-colégio, referência do ensino no estado, nessas condições precárias. FORA CABRAL!

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