Não adianta ameaçar a greve vai continuar

Pelo imediato atendimento de todas as reivindicações

ateQuandoO Prefeito Eduardo Paes (PMDB) se esconde da maior greve de sua gestão. Já em segundo mandato se recusa a atender as revindicações dos trabalhadores da educação municipal. Até agora só apresentou propostas ridículas e inaceitáveis. Tanto o reajuste de 8% como o plano de carreira apresentado, só serão visto pelos grevistas em 2014. O problema deve se resolver agora e não adianta judicialisar a mobilização para tentar caçar nosso direito de greve.
A ação movida pela prefeitura na Justiça com o objetivo de acabar com a nossa greve (ação que prevê uma multa para o sindicato) não intimidou os trabalhadores em luta. A resposta às ameaças da prefeitura será mais mobilização! Nesta sexta, antes da assembleia da rede, grevistas farão um ato em frente à Prefeitura.
O mesmo faz Cabral. Para aplacar a fúria da greve promete antecipar, para os primeiros meses de 2014, um reajuste no mesmo valor. Parece que a política dos governantes do PMDB é apresentar propostas que não passam de voto de confiança das categorias em luta, em seus governos. Até parece que o prefeito e o governador gozam da confiança da população e dos trabalhadores. O que fica claro é que estes governos não tem nenhum compromisso com a educação pública e com a população.
Os governos e parlamentares do PMDB fazem parte da base de sustentação do Governo de Dilma Rousseff (PT). A presidente deveria intervir e fazer com que houvesse o atendimento imediato das reivindicações dos trabalhadores da educação pública no Rio de Janeiro. Deveria repreender estes dois, obrigá-los a retirar todas as medidas judiciais e aumentar as verbas que valorizem os educadores.
Fortalecer ainda mais a greve
O movimento grevista dos trabalhadores da educação pública tanto no município do Rio como nas escolas estaduais já conta com a solidariedade, com a simpatia dos demais trabalhadores e da população. Agora é preciso aumentar a adesão dos que ainda tem dúvidas em relação à greve e conquistar a participação de todos na luta. Por isso, além das reuniões com os membros da comunidade escolar, a greve deve promover atos por todos os bairros da cidade e também no interior. A greve deve colocar em movimento todos os setores explorados da cidade e do estado para forçar que os governos voltem ao diálogo e atendam já as justas reivindicações. Só assim teremos uma melhora de qualidade na educação e um salto na garantia de um futuro melhor para as crianças e a juventude. Este é o momento exato em que as verdadeiras mudanças estão em nossas mãos.

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